Programa

Tradução simultânea em todas as sessions

Lugar e dataTítulo e Descrição
Quinta – feira, 21 de Outubro
4:00 PM CDMXBem-vindo
4:20 PM CDMX[PLÉNIÈRE] « Les impacts diffé(Plenaria) “Impactos diferenciados da Covid 19: organizando dentro das comunidades e olhando para o futuro”
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6:00 PM CDMXNetworking
Sexta – feira, 22 de Outubro
9:00 AM CDMXBem-vindo
9:10 AM CDMX(Plenaria) “Movimentos mistos / Intersecções da justiça” – Vitória
Título alternativo: O ano da mudança: Edição para a América Latina


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11:25 AM CDMX“Sem segurança não há democracia: compartilhando estratégias contra a violência política”.

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“Protocolos para a participação de pessoas trans em proceso democrático”

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1:30 PM CDMXWorkshop – “A incidencia política como forma de participação para a defesa dos DDHH” – vagas limitadas
Sábado, 23 de outubro
9:00 AM CDMXBem-vindo
9:20 AM CDMX(Plenaria) “Lições aprendidas durante a pandemia: governos locais da região.

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11:00 AM CDMXWorkshop – “Boas práticas para a formulação de políticas públicas LGBTIQ”
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“Diagnóstico dos partidos políticos – utilização do guía elaborado por VI e NDI”
“Estratégica de visibilidade, porta-voz público e comunicação política”.

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“Segurança preventiva contra assédio e violação dos direitos humanos”

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12:30 PM CDMX[DISCUSSÃO] “Discussão / entrevista com a prefeita Claudia López sobre ser governadora em tempos de covid”
12:55 PM CDMX[PLENÁRIA] “Repensando a democracia para não voltar atrás na igualdade”

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(Plenaria) “Impactos diferenciados da Covid 19: organizando dentro das comunidades e olhando para o futuro”

“Estamos todos no mesmo mar, mas nao no mesmo barco”. Embora a intenção fosse espalhar a mensagem de que a pandemia afetou todas as pessoas igualmente, é uma realidade que a Covid – 19 aumentou as lacunas existentes e marginalizou os grupos mais vulneráveis. Falaremos sobre os movimentos de resistência e solidariedade que foram gerados em resposta à crise pandêmica enquanto analizamos o que nos levou a este ponto? E como podemos nos proteger de voltar a esse estado de vulnerabilidade.

Destacaremos boas práticas de aprendizagem que, como movimiento social, tivemos no contexto da pandemia de HIV/AIDS e como o trabalho comunitário e de base nos permitiu cultivar experiências de geminação e solidariedade que nos permitiram na atual pandemia COVID-19, liderar ações de ajuda socialmente coletiva e propor políticamente boas práticas de atenção diferenciada.

 

 

 

(Plenaria) “Movimentos mistos / Intersecções da justiça” – Vitória

No último ano, diferentes movimentos sociais abalaram a coluna vertebral da América Latina do mundo. A maré verde na Argentina, o grito social por uma nova constituição no Chile, a reativação do protesto social na Colômbia e no Brasil, a resistência na América Central, a maré roxa contra o feminicidio no México e a luta contra a violência policial na América e no mundo: Eles inspiraram milhares de pessoas em todo o mundo a potencializar o sentido da ação coletiva, o espaço público como lugar legítimo de resistência e a construção de agendas e consensos políticos como ações necessárias para rever os espaços porosos das democracias. Vamos compartilhar neste espaço as lições que esses movimentos deixaram e como podemos tecer nossas vontades para um bem comum: justiça e equidade social.

“Sem segurança não há democracia: compartilhando estratégias contra a violência política”.

O obstáculo mais intimidante à participação política das pessoas LGBTI é a violência. Os panelistas compatilharão suas experiências neste espaço de apoio e seguro. Parar de participar não é uma opção para muitas pessoas; Portanto, usaremos este espaço para mostar quais estratégicas funcionaram melhor para continuar lutando pela igualdade a partir de nossos respectivos espaço.

Tudo isso no marco de uma democracia regional, que caminha em meio a uma prática sistemáticas da violência, da criminalização da luta social e da indefesa que – fruto de práticas preconceituosas estabelecidas na sociedade – tem de sofrer tantas pessoas que buscam exercer sua liderança em meio à estigmatização por pertencer a um grupo populacional.

“Protocolos para a participação de pessoas trans em proceso democrático”

México, Perú e Colômbia já possuem um protocolo de participação política para pessoas trans em processos eleitorais, que visa estimular sua participação nas urnas, que os processos eleitorais, que visa estimular sua participação nas urnas, que os processos eleitorais tenham enfoques diferenciados e protocolos de segurança e que os partidos políticos incluam ações para promover a participação de trans pessoas em suas listas. A partir de suas experiências, os panelistas compartilharam sobre as circunstâncias que devem ter ocorrido para que este protocolo prosperasse e qual foi o papel dos ativistas e das instituições. Vamos analisar o que vem depois do protocolo trans e quais são os próximos passos para garantir a participação de todos na política.

(Plenaria) “Lições aprendidas durante a pandemia: governos locais da região.

Os governos municipais da maioria dos países têm desempenhado um papel estratégico na resposta municipal aos desafíos políticos e urbanos decorrentes da pandemia Covid-19. Em numerosas ocasiões, o seu papel foi duplo: por um lado, atuaram como veículos de implementação de medidas estabelecidas a nível nacional e, por outro lado, conduziram respostas abrangentes e innovadoras para abordar os cidadãos por meio de mensagens fortes e claras. Neste momento, geraremos um espaço de intercâmbio que tornará visíveis as experiências internacionais e regionais e o aprendizado sobre governo e democracia em nível local, em tempos de pandemia.

Da mesma forma, iremos destacar as boas práticas que os governos locais têm procurado para abordar às dificuldades e efeitos desiguais que esta situação tem tido para as pessoas LGBTI, em termos de acesso aos serviços de saúde (medicamentos, cuidados e serviços relacionados com o HIV), acomodação, emprego, renda, condições de mobilidade humana, falta de reconhecimento legal de sua identidade de gênero, entre outros. Será discutido como os governos locais tem respondido a estas necesidades a partir de uma abordagem diferenciada.

Workshop – “Boas práticas para a formulação de políticas públicas LGBTIQ”

As políticas públicas buscam atender às necesidades de uma determinada sociedade a partir do nível estadual. A participação do cidadão no proceso de formulação é fundamental tanto para a promoção de interesses comuns, como para uma adequada identificação das necesidades e posibilidades de concretização das acões requeridas. Nesse sentido, o workshop “Boas práticas para a construção de políticas públicas LGBTIQ” terá como base a política pública para a garantia integral dos direitos das pessoas dos setores sociais LGBTI de Bogotá.

É proposta uma análise de necessidades de acordo com o que cada participante da oficina identifica, levando em consideração seu contexto particular e a situação atual. As lições aprendidas nos diferentes momentos da política pública LGBTI de Bogotá serão compartilhadas de forma que sirvam de subsídio para outras políticas. Da mesma forma, serão fornecidos elementos estratégicos tanto para a sociedade civil como para os integrantes das intituições do estado, para influenciar as fases de preparação, agenda pública e formulação de políticas. As potencialidades e dificuldades no processo de construção de políticas públicas LGBTIQ serão analisadas coletivamente.

“Estratégica de visibilidade, porta-voz público e comunicação política”.

Os candidatos e as candidatas abertamente LGBTI compartilharão estratégias de comunicação em um contexto eleitoral e o reconhecimento das vantagens e desvantagens de enquadrar uma campanha eleitoral.

“Segurança preventiva contra assédio e violação dos direitos humanos”

Utiliza conceitos de segurança holística, organização, liderança e porta-voz para identificar e otimizar suas estratégias de atuação no âmbito dos direitos humanos.

[PLENÁRIA] “Repensando a democracia para não voltar atrás na igualdade”

: Os últimos anos trouxeram enormes desafios – novos e persistentes – para o movimento LGBTI regional nas Américas e no mundo. Após 3 dias de Encontro repleto de conversas francas com as lideranças mais destacadas da região, encerraremos nossa conferência falando sobre os próximos passos para repensar a democracia no contexto atual.

Violência, grupos antidireitos, discurso de ódio tentam nos fazer recuar, mas as pessoas que fazem parte desse esfoço coletivo, temos claro que a participação política é essencial. Neste espaço repensaremos as estratégias regionais para continuar avançando porque a democracia exige igualdade.

Orgullosamente LGBTI y negra: obligando a las instituciones a escuchar

De Brasil a Estados Unidos a Colombia, las poblaciones negras de las Américas están reclamando respeto e igualdad social y económica de una manera más clara y contundente. Muchos de estos nuevos liderazgos son además de Afrodescendientes, abiertamente LGBTI, lo que está uniendo más aún la lucha por la igualdad de ambas poblaciones. Cargos electos negros y abiertamente LGBTI de todo el continente discutirán sobre los retos pendientes para ambas poblaciones y la fuerza de la representación política como herramienta para alcanzar la igualdad.

 

Modera:

onica Bothner,, Oficial de Programas, FRI, Noruega 

Panelistas

Tatiana Rentería 
Vocal, Junta Parroquial de Borbón, Ecuador 

Leslie Herod

Representante a la Asamblea, Asamblea General de Colorado, Estados Unidos

Narciso Torres

Organización CNOA, Colombia

La salud como un derecho y su inclusión en la agenda de las organizaciones LGBTI

Promover la inclusión del Derecho a la salud es una prioridad en la agenda de las organizaciones LGBTI y de los gobiernos sub nacionales. Durante la sesión se abordará el Derecho a la Salud y Cobertura Universal en salud en la población LGBTI a través de experiencias exitosas de organizaciones que trabajan con personas que viven con VIH, la identidad de género y el acceso a los servicios de salud y el papel de los gobiernos locales en la garantía del Derecho a la salud de la población LGBTI.

 

Modera:

Paul Bonilla, Fondo Mundial

Panelistas

Alfredo Mejía

Plataforma Comunidad, Derechos, y Genero de América Latina y el Caribe, Colombia

 

Miguel Ángel Barriga

Red Somos, Colombia

 

Laura Weinstein

GAAT, Colombia

 

Dayana Hernandez

Candidata y Lideresa Trans, Costa Rica 

 

Renae Green

Activista, Jamaica

 

Vivían Cuello

Investigadora, Caribe Afirmativo, Colombia

 

Marcial Ortega

Dirección de Diversidad Sexual, Colombia

La crisis democrática en Nicaragua

Harta de la penuria y la falta de libertades, hace un año la ciudadanía de Nicaragua salió a la calle para protestar por las reformas que estaba llevando a cabo el gobierno de Daniel Ortega. Un año después y tras una represión brutal que ha creado una gran crisis migratoria en los países vecinos, la situación se ha estancado y no se vislumbra una pronta recuperación de la democracia en el país. Líderes estudiantiles y de la sociedad civil conversarán en el panel sobre las estrategias para recuperar la democracia.

 

Modera:

Grunde Almeland, Parlamentario de Noruega

Panelistas

Víctor Agustín Cuadras

Líder Estudiantil, Nicaragua

 

Ana Quirós 

 Feminista y defensora de los derechos humanos,, Nicaragua/Costa Rica

 

Ludwika Vega Espinoza

Presidenta, Asociación Nicaragüense de Personas Transgénero, Nicaragua

La crisis democrática en Venezuela

La República Bolivariana de Venezuela está sumida en una crisis política, económica y social desde principios del 2013 que ha derivado en una crisis humanitaria a nivel continental. La legitimidad del gobierno venezolano está en cuestión y el país se ha convertido en un escenario de lucha geopolítica global. Este panel abordará las estrategias para la recuperación de la democracia en el país y el encaje de este conflicto en un escenario global de disputa de poder entre varias potencias mundiales.

 

Modera:

Francisco Herrero, Instituto Nacional Demócrata  

Panelistas

Tamara Adrián

Asambleísta Nacional, Asamblea Nacional de Venezuela, Venezuela

 

Quiteria Franco

Directora, Unión Afirmativa, Venezuela

 

Luis Meneses
Presidente, Fundación Venezolana de Apoyo a la Diversidad Sexual, Colombia

Satisfaciendo las necesidades de personas refugiadas y migrantes en la región

El desplazamiento forzado, el refugio y la migración por razones económicas son una realidad constante en las Américas. Mientras que la migración se ha convertido en una cortina de humo para no hablar de desigualdad económica y corrupción, la población migrante sigue sufriendo exclusión económica, abuso, pobreza y discriminación en los países de acogida. Este panel de expertos abordará las principales necesidades de la población migrante y refugiada y las medidas que los países de acogida deberían de implementar, en un contexto continental cada vez más polarizado por discursos nacionalistas.

 

Modera:

Kenita Placide, OutRight

Panelistas

Gloria Careaga

Directora, Fundación Arcoíris, México

 

Ricardo Lara

Comisionado de Seguros, Departamento de Seguros de California, Estados Unidos

 

Carlos Romero

Director, Mesa de Diversidad Sexual, Guatemala

 

Juan Archila

Director, Fundación Censurados, Colombia.

Trabajando con políticos aliados en Centroamérica

A pesar de algunos avances en el campo de las políticas públicas, las personas LGBTI aún no gozan de igualdad legal en Centroamérica. Por ello, son necesarias las alianzas entre personalidades políticas y el movimiento LGTBI que trabajen tanto en la creación de políticas y leyes que garanticen los derechos de las personas LGBTI, como en la implementación de las políticas existentes. Personalidades políticas aliadas conversarán sobre la utilidad de estas alianzas y las estrategias más favorables para avanzar hacia la igualdad.

 

Modera:

Sindis Meza, Ford Foundation

Panelistas

Josué Godoy

Diputado, Asamblea Legislativa de El Salvador, El Salvador

 

Iván Chanis

Presidente, Fundación Iguales, Panamá

 

Cinthia Bonilla
Especialista Técnica de Género y Cooperación Internacional, Presidencia, Honduras

 

 

Contextualización de la incidencia política de las agendas LGBT en América Latina y El Caribe

La agenda de las personas LGBTI ha avanzado política y socialmente en América Latina y El Caribe durante los últimos años gracias a los esfuerzos de liderazgos que mantienen posicionando las posibles soluciones a las problemáticas que enfrentan día a día las personas LGBTI. Esto, a su vez, ha desencadenado un gran número de grupos a nivel regional que buscan el retroceso en derechos de las personas LGBTI; grupos que han llegado a escenarios de poder en distintos países. Caribe Afirmativo, Victory Institute y la Plataforma LGBTI por la Paz expondrán en este sentido el contexto mundial de la situación de las agendas LGBTI en el continente.

 

Responsables: Caribe Afirmativo, Victory Institute y LGBTI Por la Paz.

Diálogos colectivos sobre agendas LGBTI e incidencia política, construcción de paz y medios de comunicación

Las experiencias en la incidencia política de las agendas LGBTI en los distintos países que integran América Latina y El Caribe varían. Son muchas las estrategias de formación, participación y movilización en el continente, y es necesario que estas experiencias que han sido exitosas puedan compartirse con otras y otros que trabajan por la incidencia. En este espacio, liderazgos políticos LGBTI y de demás movimientos de la sociedad civil conformarán grupos de diálogo acerca de Planes de Desarrollo y Políticas Públicas territoriales con enfoque diferencial, partidos políticos, solución negociada, construcción de paz e implementación del acuerdo de paz con las FARC, alianzas y agendas con otros movimientos sociales, territorios amigables con derechos LGBT, retos de la democracia colombiana ante el ascenso de los fundamentalismos, migración LGBTI y medios de comunicación y redes sociales/virtuales.

 

Responsables: Caribe Afirmativo y LGBTI Por la Paz.

Socialización conclusiones del diálogo colectivo

Luego de compartir las experiencias exitosas de los distintos activismos LGBTI en Latinoamérica y El Caribe, este espacio representa una oportunidad de que conjuntamente los liderazgos políticos LGBTI de Colombia construyan un plan de trabajo específico para la promoción de las agendas LGBTI en el país y en la región.

 

Responsables: Caribe Afirmativo.

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